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Quem nunca atualizou a versão de determinado sistema e verificou que algo que funcionava corretamente deixou de funcionar?

Esta é uma situação realmente incômoda e para evitar que isso aconteça existe uma técnica bastante utilizada tanto em contextos tradicionais quanto ágeis de desenvolvimento de produtos de software. São os chamados Testes de Regressão.

Segundo Pressman, uma das autoridades mais reconhecidas na engenharia de software, Teste de Regressão é a reexecução de algum subconjunto de testes que já foram conduzidos para garantir que as modificações não propagaram efeitos colaterais indesejáveis.

Efeitos colaterais neste caso são problemas causados em partes do sistema que estavam funcionando antes que tais modificações fossem feitas.

Acompanhe a seguir nossas dicas e informações sobre esse importante assunto e saiba como, quando e onde utilizar essa abordagem.

Como utilizar?

Teste é uma técnica composta por atividades que visam, dentre outras coisas, encontrar erros gerados na construção de produtos de software.

Teste de Regressão é uma destas atividades e uma das formas mais eficazes para se analisar a relação entre funcionalidades novas e antigas de sistemas sendo essencial para garantia a Confiabilidade da entrega final.

Para executar uma bateria de testes de regressão, antes de qualquer coisa, é sugerido que procedimentos de testes tenham sido criados previamente. Geralmente esses conjuntos de informações fazem parte das chamadas suítes de regressão, as quais armazenam comumente os casos de teste que devem ser executados.

Em seguida, é primordial que seja feita uma análise para selecionar os casos de teste candidatos para validar determinada versão do sistema ou funcionalidades de um ciclo de desenvolvimento, pois nem sempre todos os casos de teste precisam necessariamente ser utilizados.

Uma forma de fazer isso é listar aqueles que possuem maior risco, com maior possibilidade de revelar a presença de falhas e preferencialmente que estejam relacionados com as funcionalidades alteradas. Sendo assim, a empresa deve investir tempo e recursos onde os defeitos são mais prováveis e perigosos.

Quando utilizar?

Esse tipo de teste deve ser realizado cada vez que modificações são feitas ou novas versões do sistema são geradas garantindo desta forma a integridade do produto.

Todos os testes executados anteriormente para versões antigas ou parte deles devem ser reexecutados para garantir que a nova versão do sistema continua estável e com o mínimo de efeitos colaterais.

Neste cenário, muitas vezes executar os testes de forma manual torna-se inviável principalmente em sistemas complexos. É nesse momento que os testes automatizados mostram-se eficientes, pois reduzem o tempo de execução, geram agilidade e facilitam a reaplicação dos testes por diversas vezes.

Em tempo, cabe destacar a necessidade da alocação dos recursos necessários como equipamentos, pessoas com conhecimento adequado, ferramentas, entre outros, para a realização destas atividades.

Onde utilizar?

Os testes de regressão são indicados principalmente para validar aplicações críticas que necessitam serem testadas com frequência, funcionalidades que são alteradas constantemente e também após a realização de manutenções, sejam estas preventivas, corretivas, etc.

Em um mercado cada vez mais competitivo é primordial que as empresas trabalhem na melhoria e evolução de seus produtos, pois sempre existirão novas funcionalidades a serem desenvolvidas e correções a serem realizadas para atender as necessidades das partes interessadas.

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Escrito por Cristiano Baumgartner